LinkedIn: já tentou procurar emprego pela rede?

Apesar de ser pouco usado pelos jornalistas, o LinkedIn é visto por muitos empresários e companhias interessadas em selecionar funcionários. A gerente de comunicação da Catho Online, Carolina Stilhano, diz que a rede é a principal entre as mídias sociais na seleção de empregados.

Carolina disse que a Catho ainda não tem números da porcentagem de empresas que usam as redes sociais na seleção, mas confirma que o sucesso do LinkedIn no meio corporativo. “A rede mais usada é o LinkedIn. O LinkedIn é importante para o candidato, porque é o currículo dele que está lá”, explica. A rede conta com 65 milhões de usuários, 1 milhão deles no Brasil.

Na área de TI, o índice de adesão à rede é de 72%, indica a pesquisa Technisource, realizada em setembro deste ano. Segundo o estudo, 32% desses profissionais admitiram terem sido procurados para uma nova oportunidade a partir das redes sociais. Desse número, 82% informaram que o LinkedIn foi a rede mais usada nas oferta de vagas.

Baixa adesão entre jornalistas
Já entre os jornalistas, o percentual de adesão ao LinkedIn é de apenas 15,8%, indicou a pesquisa da S2 Comunicação, realizada no último ano. Apesar da baixa adesão entre os jornalistas, a rede possui mais de 20 comunidades sobre jornalismo.

Diferente de Orkut, Facebook e Twitter, o LinkedIn é mais formal, e reúne o perfil profissional do usuário, suas comunidades e redes de contatos. Nesse espaço, as afinidades entre os usuários são pelas empresas e áreas de atuação, não por preferências pessoais, como no Orkut e Facebook.

Outras utilidades
A rede permite que o usuário seja recomendado por colegas, que conhecem as aptidões e currículo do profissional. O usuário também pode lançar dúvidas para empresas e temas de sua área de atuação para que outros usuários respondam. Além disso, a rede destaca palavras-chave do perfil de cada usuário, o que facilita buscas no Google.

O LinkedIn também pode servir para encontrar fontes, como executivos, funcionários ou ex-funcionários de um empresa específica, ou especialistas em determinado assunto, já que a rede divulga todo o histórico profissional e formação acadêmica dos usuários.

O LinkedIn pode ser usado gratuitamente ou a uma taxa de US$ 24,95 por mês. A diferença entre o gratuito e o pago é que no primeiro o usuário tem acesso a funções básicas, como criar um perfil profissional e construir sua rede, juntar-se a grupos alumni, pesquisar e candidatar-se a empregos. Já no perfil pago, o usuário tem a possibilidade de visualizar quem visitou o seu perfil no LinkedIn, visitá-lo, entrar em contato com mais de 85 milhões de pessoas e enviar mensagens a pessoas as quais não está conectado diretamente, entre outras opções.

Cuidado com as redes
Apesar da maioria das consultas de candidatos nas redes sociais ser feita pelo LinkedIn, dependendo da empresa, Facebook, Twitter e Orkut não escapam da lista. Por isso, de acordo com Carolina, é essencial manter o bom senso em todas as redes.

“É importante tomar cuidado. Algumas empresas colocam os nomes dos candidatos no Google. Parece que a gente vive num reality show. Sugerimos que tenham bom senso, porque não é como dizem, que a internet não é terra de ninguém”.

Para ela, o que é inadmissível nas redes é o preconceito, mas preferências pessoais não afetam tanto na seleção. “Para os candidatos que têm comunidades como “odeio acordar cedo”, não significa que a pessoa vá chegar atrasada no trabalho, mas vale o bom senso”, afirma.

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