COMUNICANDO: Para a galera do Freela

Uma das maiores dificuldades na área digital no quesito free lancer é precificar o serviço. Que tal dar uma olhada nesse material para ter uma ideia melhor na hora de elaborar o seu orçamento! Continuar a ler

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COMUNICANDO: A influência da mídia sobre a produção legislativa e penal brasileira

Atualmente uma das principais formas de informação e até mesmo absorção de conhecimento se dá por meios de comunicação. Todos os dias a mídia bombardeia a população com notícias, produções, informações de forma que em grande parte dos casos a pessoa absorve tudo aqui sem ter tempo de questionar o que é necessário e satisfatório para si. Com o passar dos anos a mídia tem se tornado cada vez maior, podendo até mesma ser encarada como o quarto poder do país.

Duas perguntas habitam o imaginário humano: a atuação de comunicação de massa tem relação com a produção legislativa em matéria penal? Eles são responsáveis ou corresponsáveis pela proliferação de leis penais?

É cada vez mais notaria a presença da mídia, por exemplo, em decisões jurídicas e ações judiciais. Também é notório que a mídia tem um papel preponderante na formação da opinião das pessoas; portante a mídia tem sido chamada de “quarto poder”, e de certo modo ela exerce poderes que são supra constitucionais: investigando, denunciando, acusando, condenando e até mesmo executando. É inegavél a força da instituição mídia, com seu poderio economico e também ideologico dentro das instituições, o que a transforma em uma ditaodra de regras e também em uma condutora das massas.

Fica claro que os meios de comunicação acabam por exercer um controle sobre a sociedade, ela cria mitos, enfoques, prespectivas e comportamentos sociais, cria também fatos e conflitos. Com tudo isso a sua influência sobre o Poder Legislativo brasileiro na elaboração das leis penais se tornou incontestável.  De certo modo a imprensa toma para si a função de cumprir um papel de vigilãncia dos poderes do nosso país: Executivo, Legislativo e Judiciário; e a mesma alega que tudo isso é em função da sociedade ou pela informação.

A própria psicanálise aponta que comportamento do ser humano é resultado das informações e do conhecimento que ele absorve. Ao comunicar o “crime” a mídia utiliza três fases: 1) a eleição dos acontecimentos que serão notícia; 2) a ótica de sua importância colocando hierarquia das notícias e 3) é a tematização ou conversão de uma notícia em tema de debate social.

O jornalista representa o elo entre a realidade e a audiência; quando este exerce essa atividade mediadora ele não se limita a transmissão do fato mecanicamente, ele na verdade os interpreta, dimensiona e até hierarquiza-os; ou seja dentro desta perspectiva é o jornalista que oferece a matéria prima que é necessária a lapidação dos juízes individuais – os telespectadores – e ficando com a função social e também política da intermidiação midiatica.

Constata-se que a massificação dos meios de comunicação – mass medias – contribuiu de forma significativa para o fortalecimento deste poder midiático. É visto que opinião pública reflete a opinião evocada pelo mass media, a grande imprensa; é um fenômeno que se sente de forma especial dentro dos sítios de todo sistema penal, onde a opinião pública, nem sempre de puro raciocínio, representa um poder determinante na definição da política criminal.

Uma das formas exercidas pelos meios de comunicação da-se pela manifestação precipitada pelos fatos que estes deixam de enunciar, ou seja, é pelo não dito, do que pelos acontecimentos efetivamente expostos. Conclui-se com isso é que a mídia obsta a reação do expectador e consagra então o olhar unilateral do problema noticiado deixando a imposição do silencio ao agente investigativo. O que se percebe é que o lineamento de uma imagem suspeita pela mídia incita e incute na população de uma maneira precipitada o que podemos chamar de cólera punitiva.

É que em meio a dinâmica do jornalismo encontramos o sensacionalismo consistente de modo que a veiculação da notícia extrapole os lindes do fato realmente ocorrido, e acaba por ser imerso numa fantasia novelística. Esta linguagem é caracterizada por uma ausência de moderação e tem como finalidade chocar o público, causar impacto e incitar o envolvimento emocional do mesmo. Desta forma a imprensa geral e claro os grandes meios – de modo principal o rádio e a TV- constroem um modelo de informação que deixa bastante difusos os limites entre o imaginário e o real, desta forma o sujeito não fica de fora da notícia; a sua mensagem conquista de tal forma o receptor que o leva a uma fuga do cotidiano, mesmo que de forma passageira; este mudo da imaginação é envolvente de tal forma, que leva o público a ser inerte e incapaz de criar uma proteção contra os sentimentos e de forma inapta a discernir o que é real do que é show de informação sensacional.

A receita do jornalismo sensacional é basicamente intensificar a dimensão da desgraça acontecida, de forma a incitar na população o sentimento amplo da negatividade e dor; os cidadãos são devorados pela densa carga emocional que é embutida na notícia, vendo-a como se a mesma fosse ocorrida em sua vida.

É claro que não faz parte do objetivo desta produção, que o jornalismo investigativo funcione como um elemento relevante que possa ser o fomentador de debates acerca da criminalidade e seu combate pelos órgãos estatais, deixando evidente todas às conjunturas de interesse público. Porém é relevante ponderar que a função da mídia deve ser exercida, mas que atualmente a mesma ultrapassa todos os limites da ponderação e da ética e ainda é desvirtuada quando o profissional veste a carapaça de detetive e deflagra uma atração policial, e pior ainda, passa a atuar politicamente.

Existem também avanços legislativos que a mídia proporcionou a sociedade, por exemplo a lei de combate à tortura (Lei nº 9.455/97), foi um avanço positivo a ser considerado. Este era um projeto de lei que já estava proposto pelo governo desde agosto de 1994 na Câmara dos Deputados, e foi votado em regime de urgência após a intensa pressão exercida pela sociedade, claro bastante exposto e explorado pela mídia, diante do caso da “Favela Naval”, conhecido como a “Chacina de Diadema”. O código de trânsito brasileiro (Lei nº 9.503/97) também é um exemplo benéfico, ele foi amplamente discutido nos meios de comunicação.

Durante as matérias jornalísticas, reportagens e boletins nota-se claramente um forte apelo emocional que é impingido ao público por elas, carrega o grande risco de deturpação dos fatos expostos que muitas vezes não chegam a ser vereditos. Então esta conjuntura causa grande temor quando trata-se de incidentes que vão ser submetidos a análise e crivo judiciário em sua área criminal.

Em alguns casos os meios de comunicação causam um grande furor na população, de forma que se pode subverter-se o rito pelo qual a investigação judicial e até mesmo comprometer a imparcialidade do que ira julgar e até influenciar o veredicto que seria prolatado ao final da investigação – julgamento.

É quando nota-se que o jornalista objeta pela divulgação do “furo” e muitas das vezes subtraem de si o tempo necessário a checar todas as informações obtidas, isto quando ele mesmo não as colhe sem confirmar as suas veracidades, principalmente quando a pauta é referente a acontecimentos do sistema penal.

Então é neste contexto que acontece uma publicidade enganosa que KARAM (1993, p. 200-201) aborda e destaca: primeiro se concebe o fantasma da criminalidade, para em seguida, vender a ideia da intervenção do sistema penal, como a alternativa única, como a forma de se conseguir a tão almejada segurança fazendo crer que, com a reação punitiva, todos os problemas estarão sendo solucionados.

A maior dificuldade encontrada pelo sistema judiciário para combater a “invasão” da mídia é sua própria morosidade, que contrasta com a agilidade da informação e exposição midiática.

A influência midiática nos caminhos jurídicos começa antes mesmo do início da ação penal; é já na fase de inquisição e investigação, a mídia prematuramente já anuncia os suspeitos por meio de discursos categóricos que basicamente os torna os culpados.

O que os veículos de comunicação e profissionais da área não compreendem é que é necessário que um certo sigilo permeie as investigações criminais, como indica o artigo 20 do Código Penal, pois, tal segredo é necessário para não obstruir as diligências que são realizadas com a finalidade de descobrir os por menores do crime.

Quando os veículos de comunicação de massa se posicionam infundem em suas reportagens certo juízo prévio a respeito dos fatos, dos suspeitos e da investigação, acabando até por condenar precocemente o suspeito que está ainda em período de investigação.

O resultado é que ao a imprensa exibir pessoas acusadas de estarem envolvidas em atos e fatos criminosos, ainda em fase de investigação, é montada de tal forma uma apresentação deturpada que então neutraliza o principio da inocência, e ao sujeitar o indivíduo a um antecipado julgamento feito pelo público ele subverte a obrigação em foco que é o privilégio de uma verdadeira suspeita de culpabilidade.

A Lei de Execução Penal nº 7.210/84 tem como propósito de impedir investidas tendentes a frustrar a reintegração social do preso, catalogou a “proteção contra o sensacionalismo” no rol de direitos do preso (Artigo 41, inciso VIII) e prescreveu a exposição do preso à inconveniente notoriedade durante o cumprimento da pena” (Artigo 198).

Portanto sabe-se que o verdadeiro papel dos veículos de comunicação é funcionar como socializadores e educadores, porém na maioria das vezes, a mídia anda na contramão e cumpre um papel criminoso e criminógeno, ou seja, como meio e até como estímulo ao crime.

 

 

Risoto integral de abobrinha e limão siciliano

risoto de abobrinha e limào michelle franzoni blog da mimisIngredientes para o risoto:

– 1 xic de arroz integral

– 2 xic de água

– 1 col sopa de suco de limão siciliano

– 1 col sopa bem cheia de cream cheese light

– 1/4 xic de vinho branco seco (opcional)

– 1 cebola pequena cortada em cubos

– 1 abobrinha grande cortada em cubinhos

– raspas de limão siciliano para decorar

Fundo de Legumes:

A receita consiste em misturar legumes e deixá-los cozinhar em água. Esse caldo pode ser utilizado para outros preparos.

Pode ser usado cebola, brocolis, cenoura e as ervas. Você pode usar também alho poró. Deixe cozinhar até que a água tome cor e sabor leve. Você vai utilizar somente o caldo.

Modo de preparo:

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Risoto integral de camarão com abobrinha

risoto de camarão dieta michelle franzoni blog da mimis-8Ingredientes:

– 700g de camarão com casca (se usar o descascado são 350g)

– 1/2 xic de chá de arroz integral

– 1/2 cebola cortada em cubinhos

– 1 abobrinha grande cortada em cubinhos

– 3 xic de água

– 1 bouquet garni (ervas a suas escolha) ou temperos frescos ou secos

– 1 col sopa cheia de cream cheese light

– Sal e pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo:

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Temperos Funcionais auxiliam na dieta

Temperos, especiarias e ervas fazem mais do que deixar as refeições saborosas. Usados da forma correta, podem dar uma bela mãozinha nos cuidados com a beleza e saúde. A ingestão de ervas frescas, que mantêm suas propriedades nutricionais concentradas, e de temperos dos mais variados tipos ajudam, inclusive, a manter o metabolismo acelerado e auxiliar na perda de peso. “Não existe quantidade ideal, mas é preciso que o consumo seja frequente.”

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Receitas: Salada Tropical

 Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de melão cortado em cubos
  • 1 xícara (chá) de manga cortada em cubos
  • 1 kiwi cortado em rodelas
  • 1 xícara (chá) de alface americana cortada em tiras
  • 1/2 maço pequeno de rúcula
  • 10 folhas de alface mimosa
  • 1 cubo de caldo de legumes KNORR VITALIE
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • 4 colheres (sopa) de azeite de oliva

Modo de preparo

  1. Em uma tigela, coloque o melão, a manga, o kiwi, o alface, a rúcula e misture delicadamente.
  2. Em uma travessa, coloque as folhas de alface-mimosa e distribua a mistura de frutas. Reserve.
  3. Em uma tigela pequena, esfarele o cubo de caldo de legumes KNORR VITALIE, junte o suco de limão, o azeite e misture até ficar homogêneo.
  4. Distribua sobre a salada reservada. Sirva em seguida.

Dicas

Para deixar a salada ainda mais colorida, acrescente kani kama cortado em cubos na salada.
Polvilhe semente de papoula ao servir.

Acompanhamentos

Para acompanhar esta salada, sirva um vinho refrescante, como Vinho Verde de Portugal ou um lambrusco italiano

Dicas & Receitas: Falando sobre pão integral e no final receita de pão integral caseiro

pao integral blog da mimis

Resolvi que agora além de contar sobre minha vida, vou dar umas dicas e também receitas!

Quem não gosta de um pão fofinho e macio no dia a dia?

Eu adoro e não fico sem. Claro que a minha escolha é sempre integral, pois são ricos em fibras, têm uma digestão mais demorada e por isso garantem saciedade ao organismo. E para quem está de dieta,isso é perfeito!

Mas temos que ter atenção ao escolher o pãozinho, pois com a variedade enorme que temos nos supermercados, boas escolhas garantem melhores resultados.

Muito já se falou que os pães integrais não têm nada de integrais. Essa afirmação não está correta, mas têm um grande fundo de verdade.

O que ocorre na verdade é que muitos dos produtos ditos integrais às vezes têm mais farinha branca do que qualquer coisa. Então é preciso estar atento e saber ler as informações dos rótulos.

Então confira abaixo algumas marcas e escolha a que mais for adequada para seu regime, paladar e gosto

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